Plumas esvoaçam
Cortando corpos,
Deixando sair
Gritos de sorrisos
De sangue coagulado.
Nas siderais esferas
De um corpo
Estraçalhado,
O ar se torna acido
Corroendo tudo
Na passagem estreita,
De uma garganta
Apertada pela mão
Invisível de um medo
De um ser que se perde.
Espero sentado
Pelo nada que se avizinha
Despindo a dor
Que se desmembra
Em estilhaços penetrantes.
(Alexandre Falcão)
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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